Glossário de Métricas
Para que serve
Seção intitulada “Para que serve”Este glossário ajuda a transformar nomes técnicos em leitura prática de operação.
Use esta página quando surgir a dúvida: o número está alto ou baixo, mas o que isso realmente quer dizer para o stand, para o marketing e para a operação comercial?
Como ler este glossário
Seção intitulada “Como ler este glossário”- primeiro entenda o que a métrica mede;
- depois observe o contexto, e não o número isolado;
- por fim, compare tendência, canal, período e qualidade do resultado.
Audiência e navegação
Seção intitulada “Audiência e navegação”Visitantes
Seção intitulada “Visitantes”Usuários distintos no período analisado.
Na prática, mostram o tamanho da audiência alcançada. Quando sobem, o stand está chegando a mais pessoas. Quando caem, pode haver perda de distribuição, campanha ou interesse.
Conjunto de interações realizadas em uma mesma visita.
Na prática, mostram quantas visitas aconteceram, mesmo que parte delas venha de pessoas que retornaram. Quando as sessões ficam bem acima dos visitantes, existe sinal de recorrência.
Páginas por sessão
Seção intitulada “Páginas por sessão”Média de páginas visitadas em cada visita.
Na prática, ajudam a medir profundidade de navegação. Quanto maior esse número, maior tende a ser a exploração do conteúdo. Valor baixo pode indicar saída rápida ou pouca aderência da jornada.
Duração média da sessão
Seção intitulada “Duração média da sessão”Tempo médio gasto em cada visita.
Na prática, indica nível de atenção ou exploração do material. Duração maior costuma sugerir interesse mais consistente. Duração muito curta pode apontar visita superficial, entrada acidental ou conteúdo pouco convincente.
Taxa de rejeição
Seção intitulada “Taxa de rejeição”Percentual de sessões sem aprofundamento de navegação.
Na prática, mostra perda rápida de atenção logo na entrada. Taxa alta pede revisão da página inicial, da origem do tráfego e da clareza da proposta. Nem toda rejeição é um problema, mas ela sempre merece contexto.
Conversão e resultado comercial
Seção intitulada “Conversão e resultado comercial”Conversão
Seção intitulada “Conversão”Ação valiosa gerada pelo stand, como contato iniciado, lead tratado ou avanço relevante na jornada.
Na prática, é o momento em que a audiência deixa de ser apenas visita e começa a virar oportunidade.
Taxa de conversão
Seção intitulada “Taxa de conversão”Relação entre audiência e resultado comercial.
Na prática, mede eficiência. Quando sobe, a operação está transformando melhor o interesse em ação. Quando cai, pode haver tráfego pouco qualificado, proposta fraca ou fricção na jornada.
Lead único
Seção intitulada “Lead único”Contato contado sem duplicidade.
Na prática, separa oportunidade real de volume inflado por repetição do mesmo usuário.
Contato realizado
Seção intitulada “Contato realizado”Conversão registrada como ação comercial efetivamente concluída.
Na prática, mostra resposta concreta da operação. Se os acessos sobem e os contatos não acompanham, o gargalo pode estar no atendimento ou na passagem do lead.
Funil de conversão
Seção intitulada “Funil de conversão”Representação das etapas entre audiência inicial e resultado comercial.
Na prática, mostra em que parte do caminho o volume cai mais. O trecho com maior estreitamento costuma indicar o principal gargalo da jornada.
Qualidade e recorrência
Seção intitulada “Qualidade e recorrência”Retenção
Seção intitulada “Retenção”Capacidade de fazer o usuário voltar depois da primeira visita.
Na prática, mede continuidade de interesse. Retenção melhor costuma indicar conteúdo relevante, jornada mais longa de decisão ou operação ativa.
Grupo de usuários que entrou em uma mesma data ou janela de aquisição.
Na prática, permite comparar o comportamento de grupos diferentes ao longo do tempo e perceber se os públicos mais recentes estão voltando mais ou menos do que os anteriores.
Engajamento
Seção intitulada “Engajamento”Combinação de sinais como retorno, tempo e profundidade de uso.
Na prática, representa aderência entre conteúdo e interesse do público. Mais engajamento normalmente significa visita menos superficial.
Origem e comportamento do tráfego
Seção intitulada “Origem e comportamento do tráfego”Fonte e meio
Seção intitulada “Fonte e meio”Indicam de onde veio o tráfego e qual tipo de canal gerou a entrada.
Na prática, ajudam a comparar qualidade entre canais. Por exemplo: google pode ser a fonte, enquanto organic ou cpc aparecem como meio.
Heatmap
Seção intitulada “Heatmap”Visualização de intensidade por horário ou dia.
Na prática, mostra quando há mais acessos, interação ou conversão. É útil para identificar melhores janelas de campanha, distribuição e resposta comercial.
Taxa de nacionalização
Seção intitulada “Taxa de nacionalização”Percentual de público nacional em relação ao total da audiência.
Na prática, ajuda a confirmar se a origem do público está alinhada com a praça e com o perfil esperado para o empreendimento.
Leitura rápida
Seção intitulada “Leitura rápida”- muitos visitantes com pouca conversão sugerem gargalo de eficiência;
- poucas visitas com boa taxa de conversão indicam público menor, mas mais qualificado;
- mais sessões por visitante sugerem retorno e reconsideração;
- heatmap concentrado ajuda a escolher horários melhores para ação comercial.