Topo do funil
O tráfego não chega. O problema tende a estar em mídia, distribuição, rede de corretores ou alcance do material.
No Stand Digital, o funil não mede apenas visita. Ele ajuda a entender o caminho entre:
Topo do funil
O tráfego não chega. O problema tende a estar em mídia, distribuição, rede de corretores ou alcance do material.
Meio do funil
O usuário entra, mas navega pouco. O problema pode estar em proposta fraca, jornada confusa, conteúdo insuficiente ou baixa aderência ao público.
Fundo do funil
O usuário demonstra interesse, mas não vira contato. O problema costuma estar em CTA, formulário, argumento comercial ou atendimento.
Meça o volume de entrada.
Use visitantes, sessões e acessos ao stand para saber se o empreendimento está recebendo atenção suficiente.
Meça a profundidade.
Use páginas por sessão, tempo médio e páginas mais acessadas para saber se o usuário realmente explora o projeto.
Meça intenção.
Observe páginas estratégicas, recorrência e retorno para entender se há interesse mais maduro.
Meça conversão.
Compare leads únicos, contatos realizados e taxa de contato para localizar a perda mais cara do processo.
Se a audiência sobe muito e o contato não acompanha, o problema raramente é só verba. Em geral há desalinhamento entre promessa da campanha e experiência do stand, ou atraso na resposta comercial.
Se o tráfego é menor, porém a taxa de contato é alta, o empreendimento pode estar falando com menos gente, mas com público mais aderente. Nesse caso, ampliar distribuição pode ser mais inteligente do que mudar o produto.
Se o usuário passa tempo em páginas secundárias e ignora páginas decisivas, o menu, a hierarquia do conteúdo ou os CTAs podem estar mal resolvidos.