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Métricas e Insights

Esta é a tela de visão executiva da operação comercial. Ela responde, de forma direta, se o empreendimento está gerando tração real ou apenas acumulando tráfego.

Use-a para acompanhar o ciclo completo: do primeiro acesso ao stand até o contato comercial registrado. É o ponto de partida para qualquer análise de desempenho — antes de entrar em relatórios específicos de analytics ou corretores.

Os cards do topo resumem o resultado consolidado do período selecionado:

  • Acessos ao stand — volume de entradas no material comercial;
  • Leads únicos — oportunidades sem duplicidade dentro do critério de análise;
  • Contatos realizados — interações comerciais efetivamente registradas;
  • Taxa de contato — relação percentual entre audiência total e contatos gerados.

Gráfico que mostra se a operação está crescendo com consistência, oscilando por campanha ou perdendo força. Permite identificar picos, vales e mudanças de comportamento ao longo do período.

Coloca dois recortes lado a lado e exibe a variação percentual. Ajuda a separar tendência real de variação pontual.

Mostra como o volume diminui entre o interesse inicial e o resultado comercial. Indica em qual etapa a maior perda ocorre.

Mapa de calor que concentra os acessos por dia da semana e horário. Permite alternar entre as visualizações de heatmap, semana e hora para identificar janelas de maior atividade.

Tabela com desempenho consolidado dos links e canais compartilhados. Ajuda a entender quais canais geram mais propagação e quais tendem a trazer retorno comercial melhor.

  1. Selecione o período coerente com a ação analisada.

    Para campanha curta, use janela curta. Para leitura de tendência operacional, use um recorte mais amplo.

  2. Leia os KPIs do topo antes de entrar no detalhe.

    Eles indicam se o empreendimento está em fase de tração, estabilidade ou perda.

  3. Verifique o gráfico temporal.

    Procure picos, quedas e mudanças de comportamento. Separe o que é sazonalidade do que é tendência.

  4. Consulte a comparação de períodos.

    Confirme se o movimento identificado é consistente ou pontual.

  5. Leia o funil.

    Identifique onde a maior perda ocorre: na entrada, na navegação ou na conversão em contato.

  6. Revise heatmap e compartilhamentos.

    Só depois decida se a ação necessária é de mídia, conteúdo ou operação comercial.

A leitura correta combina volume e eficiência — não basta olhar um KPI isolado.

Crescimento saudável acontece quando acessos sobem, leads únicos acompanham, contatos crescem junto e a taxa de contato se mantém estável ou melhora. Nesse cenário, o empreendimento está transformando visibilidade em oportunidade real.

Crescimento frágil é o aumento de acessos sem aumento proporcional de contatos. Pode indicar campanha de alcance amplo mas pouco aderente, proposta comercial fraca, CTA pouco claro ou resposta lenta da equipe.

Taxa em alta com volume em queda nem sempre é sinal negativo. Para produto de ticket mais alto, perda de volume com ganho de qualidade pode ser mais valioso do que tráfego massivo e pouco qualificado.

Canais com muito compartilhamento e pouco resultado indicam alcance sem qualidade. Valem atenção antes de investir mais neles.

Muito acesso, pouco lead

O stand está recebendo atenção, mas o interesse não amadurece. Vale revisar aderência do tráfego, clareza da proposta e páginas de entrada.

Lead sobe, contato não sobe

O marketing está entregando intenção, mas a operação comercial pode não estar acompanhando. Sinal forte de gargalo de atendimento.

Contato sobe com pouco acesso

Público mais qualificado ou corretores mais eficientes. Pode indicar boa aderência mesmo com volume menor.

Heatmap concentrado

Há janelas claras de maior resposta. Use isso para organizar equipe, disparos e reforço de campanha nos momentos certos.

Esta tela transforma volume bruto em leitura de eficiência. Em vez de responder “quantas pessoas acessaram”, ela ajuda a responder “o que esse acesso está gerando comercialmente”.